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Equipe do Ibama combate desmatamento e garimpo ilegal na TI Tenharim do Igarapé Preto (AM), em 2018.

Vinícius Mendonça/Ibama/via CC BY-SA 2.0

Ações de gestão de política ambiental estão paralisadas; Ibama corta 22% das fiscalizações

Dados indicam que o governo Bolsonaro, em seus primeiros oito meses, apresenta paralisia na gestão ambiental. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, o ministério do meio ambiente empenhou apenas R$ 1,17 milhão para atividades prioritárias da pasta. Em 2018, o montante foi de R$ 35,6 milhões. Entre as áreas com valor autorizado e não executado estão prevenção e controle do desmatamento, mudança climática e agenda ambiental urbana. A política nacional sobre mudança climática, por exemplo, que tinha R$ 10,4 milhões autorizados, gastou apenas R$ 122 mil. O governo deveria entregar um plano para implementar as metas de redução de emissões de gases de efeito estufa, o que ainda não ocorreu.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) também apresentou redução de 22% nas operações de fiscalização previstas no Plano Nacional Anual de Proteção Ambiental (Pnapa). Em abril, o orçamento da agência sofreu um corte de 31%.

Fontes
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